A cidade de Pojuca, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), terá novo prefeito a partir desta quinta-feira (24). Após ter a candidatura impugnada nas eleições de 2012 por condenação pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), em 2005, e pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em 2008, por abuso de poder econômico e captação ilícita de sufrágio (compra de votos), Antônio Jorge de Aragão Nunes, conhecido como Dr. Toinho (PDT), será empossado como gestor do município. A decisão que autoriza a posse tem como base a determinação do mesmo TSE, de 27 de agosto, que deferiu a candidatura do pedetista por 4 votos a 3, por entender que a condenação via Ação de Impugnação de Mandato Eletivo (Aime), como ocorreu no TRE-BA, não é válida. Desde o dia 1° de janeiro quem dirige o município é a presidente da Câmara de Vereadores, Ana Cristina Gomes, irmã de Dr. Toinho e sua correligionária. Em 2012, Gerusa Laudano (PSD), até então gestora da cidade, foi declarada vencedora do pleito com 4.880 votos, ou 92,28%. O novo prefeito contará com o apoio de oito vereadores dos 13 da Câmara local.
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Horário de Verão..
O horário de verão começa à 0h deste domingo (20), nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Como já foi anunciado pelo governador Jaques Wagner, à Bahia não aderiu a mudança e, com isso, os relógios no estado devem permanecer no mesmo horário. No início da madrugada de sábado (19) para domingo, os moradores de estados onde a medida será adotada terão que adiantar os relógios em uma hora, o que deixará o horário baiano atrasado em relação ao oficial de Brasília. A mudança vai até o dia 16 de fevereiro de 2014. Além do Distrito Federal, os dez estados atingidos são: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. As regiões Norte e Nordeste vão aderir. De acordo com o Operador Nacional do Sistema (ONS), a medida deve representar economia de R$ 400 milhões no consumo de energia.
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
Itanagra : Sofre com má administração...
O município de Itanagra, a 91 quilômetros de Salvador, vive momentos de turbulência com a gestão do prefeito Valdir Jesus de Souza (PSB), o ‘Didi’. Ele está à frente do município desde 2012, quando assumiu a cadeira do executivo, após a cassação do ex-prefeito Percídio Ribeiro dos Santos (DEM), hoje aliado político. A falta de competência em administrar o pequeno município, que tem pouco mais de 8 mil habitantes, é tão grande que até a energia do prédio da prefeitura e do conselho tutelar já foi cortada por falta de pagamento. As irregularidades apresentadas pelos vereadores de oposição Valney (PTC), Keno (PTN) e Gerson do Cartório (PT) e apuradas pela reportagem do Mais Região na gestão do pessebista são de impressionar. Entre elas, a prática de nepotismo é o carro-chefe do prefeito, que nomeou praticamente toda a família em cargos de primeiro escalão. A esposa é secretária de Ação Social; o sobrinho é secretário de Finanças; três primos ocupam a secretaria de Saúde, Agricultura e Recursos Econômicos; a secretária de Cultura, Esporte e Lazer é esposa do irmão de Didi, que também é coordenador de Esportes e Eventos e a esposa de um dos filhos é assessora de gabinete do prefeito.(maisregião).
Mais municípios para o Brasil...
Após uma intensa pressão nos bastidores, o projeto de lei complementar que define novas regras para a criação de municípios foi aprovado pelo Senado. A proposta abre a possibilidade de criação de pelo menos 180 novas cidades, que poderão se juntar às atuais 5.578 prefeituras e câmaras de vereadores existentes no país. Já analisada pela Câmara dos Deputados, após apoio quase unânime dos senadores, a matéria segue agora para sanção da presidente Dilma Rousseff. A proposta não define o valor a ser gasto para a adoção das novas estruturas administrativas, que vão abrigar prefeitos, vereadores e servidores municipais. Estimativas não oficiais, contudo, apontam cerca de R$ 9 bilhões em custos. Isso tem preocupado o Palácio do Planalto, segundo admitem, reservadamente, parlamentares governistas. O Executivo não tentou barrar a proposta, já de olho nas eleições de 2014 e na necessidade de agradar as bases. A votação às vésperas do ano eleitoral também influenciou o posicionamento dos senadores. Apenas o tucano Aloysio Nunes (SP), líder do partido na Casa, se declarou abertamente contra a proposta. Para o senador Valdir Raupp (PMDB-RO), relator do projeto, só quem nunca morou em distrito é contrário a essa proposta. “Eu morei em um distrito que depois virou cidade. Não vai prejudicar ninguém. Pelo contrário, vai favorecer. Não votar esse projeto é deixar relegada a população à própria sorte”, declarou.
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
Festa dos professores...
A festa dos professores deste ano teve uma atração de peso, Gilmelândia cantando e fazendo um show para os professores do município, a Voz Matense congratula com todos os mestres e deseja muito sucesso a nossos queridos professores, felicidades a todos...
Eleições "é um engodo"..
O ministro do Supremo Tribunal Federal, Luis Roberto Barroso, acertou em cheio quando, em um debate sobre os 25 anos da Constituição, disse que o modelo das eleições proporcionais – deputados, estaduais e federais, além de vereadores– “é um engodo” (em relação aos eleitores). A reforma política tão reclamada e nunca realizada estabelece, para ele, “uma ficção no Brasil de o eleitor votar em um candidato, quando menos de 10% são eleitos com votação própria. Mais de 90% são eleitos sem votação própria”. Na verdade, estes 90% se beneficiam do quociente eleitoral dos partidos, ou seja, sem votação própria. Assim, o que se vê nas casas legislativas são parlamentares sem votos beneficiados por uma legislação eleitoral torta. O exemplo maior, que normalmente se oferece, é sobre o deputado Tiririca, de São Paulo, ele por si só um zero a esquerda, que, por ter mais de 1 milhão de votos, arrastou com ele mais três federais do seu partido que não tinham votos para se eleger. Disse mais que o voto aberto por legenda é um engodo e que “o Brasil precisa "desesperadamente" de uma reforma política capaz de baratear as eleições, "raiz de boa parte dos problemas de corrupção". Para ele, ajudar na formação de maiorias estáveis no Congresso e dar "autenticidade programática" aos partidos.
terça-feira, 8 de outubro de 2013
PIB em queda para 2014..
Em ano eleitoral, a notícia é péssima para a presidente Dilma. O Fundo Monetário Internacional reduziu as previsões sobre o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil para o próximo ano, e, pior, prevê que a economia brasileira crescerá menos da metade da economia dos países emergentes. A previsão é de um crescimento de 2,5%, enquanto as autoridades brasileiras pensam de outro modo e creem que 2014 será melhor do que 2013. Já com relação aos emergentes, o FMI estabelece a possibilidade de um crescimento de 5,1%. Em ano eleitoral, um baque maior na economia do que já acontece será, seguramente explorado na campanha presidencial, deixando a presidente sem saída. Isto, é claro, se as previsões do Fundo Monetário estiverem certas. Um crescimento de 2,5% estará muito aquém do que o Brasil necessita no seu processo de aceleração, ou, no caso, de letargia, dificultando os projetos imaginados pelo governo.
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
União ou desunião...
Menos de 48 horas após o anúncio da filiação da ex-senadora Marina Silva ao PSB, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, que preside o partido, reconheceu, assim como dirigentes da Rede na Bahia, a existência de divergências entre as duas legendas. "Nós fizemos uma aliança programática, e nós reconhecemos as diferenças que temos. Tanto é que somos dois partidos. Um com 60 anos e um com um ano, recém-criado. Vamos aprender um com o outro. Para o PSB, é muito importante essa convivência com a Rede", afirmou. Segundo a Folha, quando questionado sobre como o PSB receberá a ex-senadora, que evita tratar de temas polêmicos, como o casamento gay ou o aborto, Campos minimizou as discordâncias e apontou que, em nome do projeto presidencial, PSB e Rede vão trabalhar em pontos de convergência. "Nós não queremos anular as nossas diferenças. Queremos reforçar a nossa identidade, que é construir a nova política. Nós e a Rede entendemos que só há um caminho para fazer essa mudança de verdade: é enterrar a velha política", disse Campos, durante vistoria das obras do Hospital do Câncer, na manhã desta segunda-feira (7), no Recife.
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
Desvalorização do professor.
O Brasil ficou na penúltima colocação entre 21 nações pesquisadas em um índice sobre a valorização dos professores divulgado nesta quinta-feira (3) pela fundação internacional Varkey Gems, sediada em Londres. O país está à frente apenas de Israel no status dado aos seus educadores. Em primeiro lugar aparece a China, seguida de Grécia, Turquia, Coreia do Sul e Nova Zelândia. Os 21 países analisados foram selecionados pelo desempenho no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa, na sigla em inglês). Em cada nação foram feitas 1 mil entrevistas que levaram em conta o status do professor, a recompensa recebida pelo trabalho e a organização do sistema de ensino. Os países asiáticos tiveram desempenho superior a nações europeias – como Holanda, Reino Unido e França – e aos Estados Unidos, que aparecem no meio da fila. A pesquisa também comparou o status do professor a outras profissões. Em dois terços dos países, eles foram comparados a assistentes sociais. No Brasil, Estados Unidos, França e Turquia, as pessoas pensam que os professores são mais semelhantes a bibliotecários. Apenas na China os entrevistados disseram acreditar que o educador tem o mesmo status de um médico. Em relação à confiança de que o professor pode ajudar a dar uma boa educação aos alunos, o Brasil liderou as respostas positivas, seguido da Finlândia. Sobre o salário, 95% dos entrevistados em todos os países disseram que o educador deve ganhar mais do que recebe atualmente.
terça-feira, 1 de outubro de 2013
A fome esta menor no Brasil.
O número de pessoas que enfrentam a fome no Brasil caiu em quase 10 milhões de pessoas em 20 anos, revelam dados divulgados nesta terça-feira (1°) pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). Entre 1992 e 2013, o número de cidadãos que passam fome no país foi reduzido de 22,8 milhões para 13,6 milhões de pessoas. Segundo Portal Terra a agência da ONU confirmou que o Brasil, ao lado de cerca de 30 países, já atingiu as Metas do Milênio referentes ao tema há um ano do prazo-limite. Segundo a FAO, a redução no Brasil superou a marca de 54%. Em 1990, 15% da população nacional passava fome. Hoje, essa taxa caiu para 6,9%. Conforme a meta, os governos precisariam reduzir em 50% a proporção de pessoas que passam fome em relação ao total da população. O ano que serviria de base seria o de 1990 e a meta teria de ser cumprida em 2015. Em números absolutos, a redução de 40% é uma das maiores do mundo e é duas vezes mais acelerada que a média mundial.
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